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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

ESSA PIADA, SINGULARMENTE, RETRATA BEM A GRANDE MAIORIA ARGENTINA...

(com imenso prazer, recebemos a volta do sapiente correspondente NESTOR FIGUEIREDO - do Brasil e da histórica cidade de Santos)
Argentina declara guerra à China!
Após uma consulta popular “hecha en la Plaza de Mayo”, a Argentina enviou uma mensagem à República Popular da China:

"Chinos de mierda, maricons: les declaramos la guerra; tenemos 105 tanques, 47 aviones sanos, 4 barcos que navegan y 5.221 soldados".


O Estado chinês respondeu-lhes:

"Aceitamos a declaração, temos 38.000 tanques, 16.000 aviões, 790 navios e 300 milhões de soldados".
Ao que respondem os argentinos:

"Retiramos la declaración de guerra... No tenemos como alojar tantos prisioneros".

segunda-feira, 24 de maio de 2010

COMO SURGIU A PINGA... ÁGUA-ARDENTE...

Você sabia? (ótima colaboração da Ogivalda J.Bueno Giacometti - comandante da moderna MADRESSA MODAS - no centro de M.Mirim - Rua quinze de novembro - (19)3806 7814)

Momento Manguaça Cultural

Antigamente, no Brasil, para se ter melado, os escravos colocavam o caldo da cana-de-açúcar em um tacho e levavam ao fogo.
Não podiam parar de mexer até que uma consistência cremosa surgisse.
Porém um dia, cansados de tanto mexer e com serviços ainda por terminar, os escravos simplesmente pararam e o melado desandou.
O que fazer agora?
A saída que encontraram foi guardar o melado longe das vistas do feitor.
No dia seguinte, encontraram o melado azedo fermentado.
Não pensaram duas vezes e misturaram o tal melado azedo com o novo e levaram os dois ao fogo.
Resultado: o 'azedo' do melado antigo era álcool que aos poucos foi evaporando e formou no teto do engenho umas goteiras que pingavam constantemente.
Era a cachaça já formada que pingava. Daí o nome 'PINGA'.
Quando a pinga batia nas suas costas marcadas com as chibatadas dos feitores ardia muito, por isso deram o nome de 'ÁGUA-ARDENTE'
Caindo em seus rostos escorrendo até a boca, os escravos perceberam que, com a tal goteira, ficavam alegres e com vontade de dançar.
E sempre que queriam ficar alegres repetiam o processo.
(História contada no Museu do Homem do Nordeste).

Não basta somente beber, tem que conhecer!