sexta-feira, 30 de setembro de 2011

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INSISTA NO SONHO.: CARAGUÁ MOSTRA O MAJESTOSO PAÇO MUNICIPAL: FOTOS D...: (invista certo e tenha qualidade de vida: consultor imobiliário - com excelentes negócios comerciais e residenciais nas regiões de M.Mirim e...

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

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XADREZ e outras curiosidades: INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O TORNEIO DE XADREZ OAB/CA...: (Fotos dos vencedores e árbitro e organizadores ) O Departamento de Esportes e Lazer da OABSP/CAASP tem a grata satisfação de convidar ...

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INSISTA NO SONHO.: OUÇAM CONHECIDA VOZ DO RÁDIO E SUA HISTÓRIA, LÁ DE...: Dino: prá matar saudades. Esse é o Picuti. Ele fazia (dentre outros), o Programa da Tarde na Bandeirantes, logo depois do grande Hélio Ribei...

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

IDOSO - NO TEMPO QUE É SEU - LEIA O SHOW DE UMA SAPIENTE SENHORA...

DESABAFO (enviada pela Ogivalda Bueno Giacometti - dona de linda Loja de roupas e outras novidades - MADRESSA MODAS - rua 15 de novembro - centro de Mogi Mirim)

"Na fila do supermercado o caixa diz uma senhora idosa que deveria trazer suas próprias sacolas para as compras, uma vez que sacos de plástico não eram amigáveis ao meio ambiente. A senhora pediu desculpas e disse: ?Não havia essa onda verde no meu tempo.?


O empregado respondeu: "Esse é exatamente o nosso problema hoje, minha senhora. Sua geração não se preocupou o suficiente com nosso meio ambiente. "

"Você está certo", responde a velha senhora, nossa geração não se preocupou adequadamente com o meio ambiente.

Naquela época, as garrafas de leite, garrafas de refrigerante e cerveja eram devolvidos à loja. A loja mandava de volta para a fábrica, onde eram lavadas e esterilizadas antes de cada reuso, e eles, os fabricantes de bebidas, usavam as garrafas, umas tantas outras vezes.

Realmente não nos preocupamos com o meio ambiente no nosso tempo. Subíamos as escadas, porque não havia escadas rolantes nas lojas e nos escritórios. Caminhamos até o comércio, ao invés de usar o nosso carro de 300 cavalos de potência a cada vez que precisamos ir a dois quarteirões.


Mas você está certo. Nós não nos preocupávamos com o meio ambiente. Até então, as fraldas de bebês eram lavadas, porque não havia fraldas descartáveis. Roupas secas: a secagem era feita por nós mesmos, não nestas máquinas bamboleantes de 220 volts. A energia solar e eólica é que realmente secavam nossas roupas. Os meninos pequenos usavam as roupas que tinham sido de seus irmãos mais velhos, e não roupas sempre novas.

Mas é verdade: não havia preocupação com o meio ambiente, naqueles dias. Naquela época só tínhamos somente uma TV ou rádio em casa, e não uma TV em cada quarto. E a TV tinha uma tela do tamanho de um lenço, não um telão do tamanho de um estádio; que depois será descartado como?

Na cozinha, tínhamos que bater tudo com as mãos porque não havia máquinas elétricas, que fazem tudo por nós. Quando embalávamos algo um pouco frágil para o correio, usamos jornal amassado para protegê-lo, não plastico bolha ou pellets de plástico que duram cinco séculos para começar a degradar.

Naqueles tempos não se usava um motor a gasolina apenas para cortar a grama, era utilizado um cortador de grama que exigia músculos. O exercício era extraordinário, e não precisava ir a uma academia e usar esteiras que também funcionam a eletricidade.


Mas você tem razão: não havia naquela época preocupação com o meio ambiente. Bebíamos diretamente da fonte, quando estávamos com sede, em vez de usar copos plásticos e garrafas pet que agora lotam os oceanos. Canetas: recarregávamos com tinta umas tantas vezes ao invés de comprar uma outra. Abandonamos as navalhas, ao invés de jogar fora todos os aparelhos 'descartáveis' e poluentes só porque a lámina ficou sem corte.

Na verdade, tivemos uma onda verde naquela época. Naqueles dias, as pessoas tomavam o bonde ou de ônibus e os meninos iam em suas bicicletas ou a pé para a escola, ao invés de usar a mãe como um serviço de táxi 24 horas. Tínhamos só uma tomada em cada quarto, e não um quadro de tomadas em cada parede para alimentar uma dúzia de aparelhos. E nós não precisávamos de um GPS para receber sinais de satélites a milhas de distância no espaço, só para encontrar a pizzaria mais próxima.

Então, não é risível que a atual geração fale tanto em meio ambiente, mas não quer abrir mão de nada e não pensa em viver um pouco como na minha época?

INSISTA NO SONHO.: VEJA COMO O MUNDO NOS ACESSA (MAPA) E AS POSTAGENS...

INSISTA NO SONHO.: VEJA COMO O MUNDO NOS ACESSA (MAPA) E AS POSTAGENS...: Visão geral Atualizar Agora 28/09/2011 03:04 – 28/09/2011 05:03 Visualizações de página de hoje 34 Visualizações de página de ontem 176 V...

INSISTA NO SONHO.: XADREZ - INSCRIÇÕES DO TORNEIO OAB/CAASP ABERTAS.....

INSISTA NO SONHO.: XADREZ - INSCRIÇÕES DO TORNEIO OAB/CAASP ABERTAS.....: (Fotos dos vencedores e árbitro e organizadores ) O Departamento de Esportes e Lazer da OABSP/CAASP tem a grata satisfação de c...

INSCRIÇÕES ABERTAS PARA O TORNEIO DE XADREZ OAB/CAASP...






(Fotos dos vencedores e árbitro e organizadores)

O Departamento de Esportes e Lazer da OABSP/CAASP tem a grata satisfação de convidar os advogados (as) a participarem do II TORNEIO DE XADREZ OABSP/CAASP, evento esportivo que objetiva a integração e congraçamento da classe.

Programação Abaixo:

Data: 22 de Outubro de 2011 (Sábado)

Local: Clube de Xadrez

Rua: Araújo, 154 – Metrô República – Centro/SP

Início: 09hs30min

Inscrições gratuitas abertas direto no site da CAASP WWW.caasp.org.br/Esportes.

Sem mais para o momento aproveitamos para apresentar nossos protestos de estima e consideração.

Departamento de Esportes e Lazer da OABSP/CAASP

terça-feira, 27 de setembro de 2011

VEJA NO MAPA DE ONDE , AGORA, OS ACESSOS SÃO MAIAORES...

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saberladino: USUCAPIÃO POR ABANDONO DO LAR APÓS DOIS ANOS: ART....

saberladino: USUCAPIÃO POR ABANDONO DO LAR APÓS DOIS ANOS: ART....: Sala dos Doutrinadores - Artigos Jurídicos Autoria: Ricardo Henriques Pereira Amorim Advogado. Bacharel em Direito pela Fac...

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saberladino: RECEBI A RELÍQUIA E DIVIDO COM OS SAPIENTES SEGUID...: LEIA, ESPALHE, DIVULGUE! O LIVRO FOI PROIBIDO O Best Seller da Corrupção, leia e guarde no arquivo ...

domingo, 25 de setembro de 2011

KORCHNOI - EM SEU LIVRO - REALÇA MEQUINHO...

Korchnoi elogia Mequinho (do útil blog REINO DE CAÍSSA)


Em junho deste ano, o GM Viktor Korchnoi (foto) concedeu uma entrevista à revista New in Chess, e disse a certa altura: "Em meu novo livro, analisei o match que disputei contra o brasileiro Henrique Mecking, em 1974, nos Estados Unidos. Na introdução ao jogo, digo que ha algo original sobre Henrique Mecking. Foi fantástico que ele se tornou um forte jogador de xadrez em um país onde o futebol, não o xadrez, é o maior esporte. Ele ganhou dois Interzonais, isso é inacreditável. Eu vejo Henrique Mecking em um grupo de três enxadristas que são: Miguel Tahl, Magnus Carlsen e Mecking. É isso! E o que eles têm em comum? Porque ninguém até hoje disse isso. Eles tem algum conhecimento sobre xadrez, uma tremenda força de vontade e um tremendo poder hipnótico sobre seus adversários (brinca)"

O XADREZ E O MELHOR DA FILOSOFIA: FELIZ ANALOGIA DO XADREZ DE QUINTA...


"Assim como o amor e a música, o xadrez tem o poder de tornar os homens felizes." (Tarrash)

Sobre o eterno retorno (exemplar texto - feliz analogia do XADREZ DE QUINTA - blog que aconselho...)

Friedrich Nietzsche, um filósofo alemão muito badalado na contemporaneidade, escrevia no final do século XIX mais um de seus escritos bombásticos, A Gaia Ciência. O impacto dessa obra foi tremendo, pois nela o filósofo reforçou posições como a morte de Deus e a moral relativa. Foi também nessa obra que expôs uma de suas ideias mais interessantes, a saber, o eterno retorno.Assim escreveu:

"E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: Esta vida, assim como tu vives agora e como a viveste, terás de vivê-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes: e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indivisivelmente pequeno e de grande em tua vida há de te retornar, e tudo na mesma ordem e sequência - e do mesmo modo esta aranha e este luar entre as árvores, e do mesmo modo este instante e eu próprio. A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez - e tu com ela, poeirinha da poeira!". (NIETZSCHE, Coleção Os Pensadores, p. 208-209)

Pois é... Muito forte, não?! Imagine só, toda a alegria, mas também o sofrimento, de uma vida inteirinha, tudo repetido da mesma forma, sem mudar absolutamente nada. Aquele garfo que praticamente se sentia no estômago, o sacrifício não previsto, o mate gaveta... Tudo, tudinho, eternamente se reproduzindo... Será que jogaríamos melhor se aplicássemos o "eterno retorno" no xadrez? Ou desistiríamos?



A pergunta que me faço é: se perder dói [e tem que doer, porque um mestre me disse que se não nos importamos com a derrota, é porque não nos importamos mais com o jogo] e vencer nos ressuscita, como lidar com o jogo de xadrez em uma perspectiva do tipo "eterno retorno"? O sabor das vitórias compensaria as derrotas?

Tenho uma possível resposta e uma nova redação para o trecho de Nietzsche. [Sim, a cabeça serve para isso, para ousar!] A resposta é que tudo vai depender do tipo de jogador que se é. O xadrez pode melhorar, as pessoas aprendem as regras, estudam, e se tornam grandes mestres. Ou capivaras de primeira linha. Mas a pessoa-jogador, esse ser dotado de algo exclusivo que é SER, esse permanece. Se sou otimista, tendo a valorizar as derrotas como aprendizado. Ao contrário, considero parar de jogar a cada erro cometido, a cada ponto perdido. [E perder dói!]

O fato é que o xadrez pode nos auxiliar a entender alguns meandros profundos do nosso ser, nossa forma de pensar e lidar com os fatos, com a realidade mutante como é. Se perde, se ganha, às vezes se empata e sobrevivemos. Cada partida que jogamos é um segredo que compartilhamos com nós mesmos. Somente nós sabemos o que se pensa, os absurdos que nos vem durante a avaliação de uma posição, os sentimentos, a ansiedade... Podemos até dividir com alguém, tentar colocar em palavras um turbilhão de processos cognitivos que ocorrem simultaneamente durante uma partida. Ninguém chegará perto de teu segredo além de você.

Nova redação:
E se um dia ou uma noite um demônio se esgueirasse em tua mais solitária solidão e te dissesse: Esta partida, assim como tu jogaste agora e como a jogaste, terás de jogá-la ainda uma vez e ainda inúmeras vezes: e não haverá nela nada de novo, cada dor e cada prazer e cada pensamento e suspiro e tudo o que há de indivisivelmente pequeno e de grande em tua partida há de te retornar, e tudo na mesma ordem e sequência - e do mesmo modo esta estrutura de peões e este final, e do mesmo modo este instante e eu próprio. A eterna ampulheta da existência será sempre virada outra vez - e tu com ela, poeirinha da poeira!

sábado, 24 de setembro de 2011

XADREZ e outras curiosidades: XADREZ E FILOSOFIA ENXADRÍSTICA: VISITEM BLOGS DE ...

XADREZ e outras curiosidades: XADREZ E FILOSOFIA ENXADRÍSTICA: VISITEM BLOGS DE ...: LEMA: LEVAR O XADREZ, TRAZER UM AMIGO! Ainda não é (It Still Is Not) SEXTA-FEIRA, 23 DE SETEMBRO DE 2011 Prezados amigos, hoje traduzo ,com ...

XADREZ e outras curiosidades: CAMINHO DA LUZ: PAISAGENS INESQUECÍVEIS, MUNICÍPIO...

XADREZ e outras curiosidades: CAMINHO DA LUZ: PAISAGENS INESQUECÍVEIS, MUNICÍPIO...: Uma das paisagens do caminho da luz: a famosa pedra redonda e parte do seu interior no município da cidade de PEDRA DOURADA - nas f...

NOSSO SABERLADINO: AGRADECIMENTOS A DOIS VIOLEIROS: JAÇANÃ E GENTIL F...

NOSSO SABERLADINO: AGRADECIMENTOS A DOIS VIOLEIROS: JAÇANÃ E GENTIL F...: No transcorrer da nossa vida, vamos juntando os dias e fazendo a história. Numa tarde, em meu escritório, no centro de Mogi Mirim, dois ve...

KASPAROV FALA DE DADOS IMPORTANTES SOBRE O XADREZ... Leia tópicos de ótima entrevista...

Parte da excelente entrevista de Kasparov a RÁDIO XADREZ - VIDA EM MINIATURA

Sobre as diferenças de sua visita em 2004 e em 2011.
Garry Kasparov – Se a minha memória não falha, eu estive aqui sete anos atrás, no hotel do outro lado da rua. Mas não foi apenas o hotel que mudou, muitas coisas mudaram nesses anos. Para começar, como vocês sabem, eu me aposentei no xadrez em 2005. Mas eu não perdi meu interesse e minha paixão pelo mágico jogo de xadrez. Agora, eu sinto que há muito mais oportunidades para divulgar no Brasil esse jogo que a gente ama. Acredito que, como alguém que representou o jogo de xadrez por tantos anos, tenho uma responsabilidade especial em relação a ele agora.

Sobre o apoio a Karpov na eleição da FIDE em 2010.
GK – Apoiar Karpov foi uma decisão difícil, mas eu acreditei que, pelo bem do jogo, nós tínhamos de deixar as diferenças de lado. Ok! Fizemos isso e não deu certo, nós perdemos a eleição. Mas não foi uma perda total, foi apenas um primeiro erro que provou que podemos fazer mais. Depois de analisar essa derrota, como todo enxadrista faz, especialmente se o resultado do jogo não foi satisfatório, acredito que temos de encontrar uma alternativa viável, que todo mundo possa ter consciência, antes de mudar o mundo do xadrez.

Entrevista para SporTV (sem data para ser exibida)
Sobre como mudar o mundo do xadrez.
GK - O que é mais importante, mais nobre e mais futurista do que trazer o xadrez para um ambiente educacional? Essa ideia tem uma recepção muito calorosa em todo mundo. Nove anos atrás, eu fundei a Kasparov Chess Foundation nos Estados Unidos. A ideia era criar um ambiente para que vários entusiastas do xadrez pudessem trabalhar em locais diferentes, dentro dos Estados Unidos. Conseguimos muitos resultados positivos. Hoje, nosso programa já foi aceito em mais de 70 mil escolas norte-americanas. Além disso, nós temos feito novos torneios e damos conselhos profissionais para jovens jogadores. No ano passado, eu entendi que era muito importante passar a experiência da Kasparov Chess Foundation para outros lugares do mundo.

Sobre a Kasparov Chess Foundation no Brasil.
GK - No Brasil e na Argentina, temos o apoio do alto escalão do governo, o que faz esse empreendimento ser natural. Não estamos tentando brincar de política aqui, não estamos atrás de votos. Na verdade, procuramos países que tenham recursos para que o projeto seja desenvolvido. Vamos tentar unir outros países, mas é necessário começar no centro econômico e político da América Latina. Também fizemos isso na Europa, essa escolha é muito natural. E, no continente africano, nós teremos de começar por Johanesburgo, pois a África do Sul é o país mais poderoso economicamente do continente.

Sobre como o xadrez ajuda no ensino da Matemática.
GK - Sem sombra de dúvida, é provado que o xadrez tem um efeito muito positivo nos estudos. Há muitos testes que já foram feitos tanto nos Estados Unidos quanto em outros países. Eu podia jogar um monte de estatísticas agora em cima de você, mas acho que não é necessário. Especificamente, porque a pergunta está relacionada à Matemática, eu tenho um exemplo interessante. Houve um teste feito por uma Universidade na Alemanha em que duas classes foram escolhidas, aleatoriamente, para receber uma atividade especial. Uma das classes estava participando do programa de xadrez e a outra tinha mais aulas de Matemática. Ao final do ano, eles compararam os resultados em matemática entre as duas classes. E a classe do xadrez ganhou.

GM Giovanni Vescovi discursou no início do evento
Sobre o xadrez ser a solução para o sistema educacional.
GK - Eu queria tomar o cuidado de avisá-los a não pensarem que o xadrez é a solução para tudo. Mas, quando você olha para os benefícios que o xadrez pode trazer para o sistema educacional, você não teria uma escolha melhor a fazer. Porque o xadrez ajuda a desenvolver uma visão geral nas crianças. Elas ficam mais concentradas, mais disciplinadas, melhoraram o pensamento lógico e também a autoestima. O xadrez desenvolve um senso de responsabilidade, porque ninguém mais além de você mesmo pode mudar o seu destino.

Sobre o xadrez como ferramenta democrática entre classes e povos.
GK - O xadrez ajuda a integrar crianças de camadas diferentes da sociedade. Neste jogo, você pode ter crianças de nacionalidades diferentes, status sociais diferentes e raças diferentes. Todas elas podem jogar juntas. E isso é um ponto crucial para muitos programas educativos hoje. Para evitar uma divisão, para não criarmos um caldeirão que exclui a todos do sistema de educação. Por último, mas não menos importante, o xadrez é barato. Você não tem, naturalmente, de construir um estádio, uma quadra, uma piscina... Você só precisa de um tabuleiro, o mais primitivo possível, e os estudos podem ser feitos pela internet. Dessa forma, o xadrez pode ser integrado muito facilmente a um programa de ensino de computação nas escolas, por exemplo. Concluindo, quando você analisa tudo isso, você vê que o xadrez é uma escolha muito fácil. Você pode considerar essa escolha como uma decisão de negócios, pois há um investimento e um retorno lógicos.

Representante da Federação Angolana de Xadrez pergunta sobre as perspectivas para a África.
GK - Como eu já falei, nós não estamos olhando apenas para o lado geográfico, mas também para a questão da língua. Tecnicamente, acho que existem sete países que falam Língua Portuguesa no mundo: Brasil, Portugal, Moçambique, Angola, Timor Leste, Guine Bissau e Macau. Na África, você tem quatro desses países, dois são grandes, dois são pequenos. Nós chegamos a visitar esses dois países pequenos e eles também têm interesse de desenvolver o xadrez. Recentemente, o Grande Mestre Ivan Sokolov visitou esses países em meu lugar e oferecemos assistência pra conseguir programas de xadrez nas escolas. Mas é claro que a gente precisa de um centro local para operações na África, que será em Johanesburgo. Entretanto, mesmo com um programa nesta cidade, nós precisamos de programas em outras línguas também, em português e em francês.

"Seleção" Armênia reunida no coquetel do Master Series
Sobre a Kasparov Chess Foundation na França.
GK - Vamos entrar na França na metade de setembro. Eu vou encontrar o Ministro de Educação e Esportes e outros governantes franceses e vou começar a construir essa relação por meio do idioma entre os países. É muito claro que o conhecimento de xadrez tenha de ser produzido na língua pátria. Portanto, nossa ideia é que todas as filiais da Kasparov Chess Foundation dividam as informações, especialmente as que falam a mesma língua.

Sobre sua rotina, atividades atuais e visita ao continente africano.
GK - Em relação a minha relação pessoal com o continente africano, eu queria ter mais de 24 horas no dia para atingir todos os meus objetivos. Agora, eu estou morando em um avião. Eu tenho de estabelecer prioridades ano a ano. A minha prioridade agora é a América do sul e a Europa, mas a África está em nosso radar, queremos começar um programa lá. Provavelmente, vamos começar a trabalhar lá em 2012 ou 2013, porque é um lugar com potencial imensurável.

Sobre o surgimento de talentos em qualquer lugar do mundo.
GK - Eu acredito que o talento está espalhado por todos os lugares, em um mesmo nível. Não existe mais ou menos talento nesse ou naquele país, isso é igual em todos os países. A única razão por existem mais jogadores fortes no leste europeu e na extinta União Soviética é que havia mais crianças envolvidas com xadrez nesses lugares. Se conseguirmos inserir as crianças do Brasil ou de Angola dentro desses programas de xadrez, será apenas uma questão de tempo até aparecerem grandes jogadores nesses lugares.

Sobre como é seu trabalho na Kasparov Chess Foundation.
GK - Eu acho que a Kasparov Chess Foundation é uma contribuição significativa que eu dou ao xadrez. Porque não é apenas conversar com entusiastas do xadrez e jornalistas para promover a ideia. Por exemplo, duas vezes por ano, eu faço sessões de xadrez com alunos dos Estados Unidos para melhorar o nível de jogo deles. E também estou muito envolvido nessa atividade de encontrar patrocinadores para atividades do xadrez. Eu acho que o meu nome é importante o suficiente para atrair patrocinadores e políticos para o xadrez.

Sobre o xadrez ser incluído entre os esportes da Olimpíada tradicional.
GK - Não é que eu queira sempre trazer política para essa discussão, mas é preciso. A liderança atual da FIDE criou uma metodologia que, infelizmente, engana muitas pessoas, porque eles conseguem convencer muito bem. O fato é que a liderança atual da FIDE se afastou do Comitê Olímpico Internacional (COI). Na gestão do presidente Florencio Campomanes, em 1995, a FIDE construiu um escritório em Los Angeles para se aproximar do COI. Em 2003, a gestão nova desativou esse escritório. A FIDE não fez nenhum esforço para atrair o Comitê com alguma proposta. Anatoly Karpov poderia falar mais sobre isso porque ele era, na época, uma das pessoas envolvidas nesse projeto. É lamentável que a FIDE tenha excluído do calendário magistral do esporte as grandes cidades e capitais e todos os torneios ocorram em pequenas e desconhecidas repúblicas do leste europeu. Não há mais torneios em grandes cidades, como Londres, Barcelona, Los Angeles etc.

Sobre as disputas judiciais com a FIDE na Corte dos Esportes.
GK - No ano passado, tivemos uma disputa com a FIDE que foi resolvida na Corte Arbitral Olímpica de Esportes, em Los Angeles. Ainda temos algumas coisas a resolver lá, por exemplo, algumas federações européias ainda estão sendo investigadas. É importante entender a natureza dessa luta. A FIDE gasta a maior parte do seu dinheiro com advogados e não para lutar realmente pelo mérito do xadrez. É claro que, com essa liderança atual da FIDE, não existe nenhuma possibilidade do xadrez ser adotado como esporte olímpico. O atual presidente da FIDE devia perder menos tempo contando quantas naves espaciais aterrissam na Terra ou deixando de visitar seus amigos ditadores, como Kadafi, na Líbia, e trabalhar mais pelo bem do xadrez.

Sobre como o xadrez pode concorrer com vídeo-game e outras tecnologias.
GK - De um lado, esses jogos tecnológicos geram uma tentação para as crianças fazerem apenas isso. Mas, por outro lado, eles ajudam muito a melhorar a qualidade da educação. O que precisamos é melhorar as vantagens e diminuir as desvantagens em relação a isso. Não é uma tarefa fácil, mas é possível ser feita. Em países como o Brasil, em que há dias incríveis e ensolarados, como está lá fora hoje, é mais fácil convencê-las. Mas, geralmente, as crianças passam menos tempo ao ar livre no sol e mais tempo no computador. Se eles ficam mais tempo no computador, é nosso papel aproveitar isso, pegar essa tecnologia e mostrar nela a beleza do jogo de xadrez. Com a internet, podemos criar campeonatos escolares para países e continentes e até mesmo campeonatos mundiais. Isso não é possível de se fazer no futebol, no basquete ou no tênis.

Rádio Xadrez – Você comentou uma vez que a vitória contra o brasileiro GM Jaime Sunye Neto, em 1980, no Mundial Juvenil, foi uma de suas melhores partidas. Quase 20 anos depois, você venceu brilhantemente a Veselin Topalov, em Wijk Aan Zee, e muito se falou sobre esse jogo também. Em sua opinião, qual das duas partidas foi a melhor?
GK - Todo o ano, eu escrevo um livro de xadrez. Tenho cinco volumes dos Meus Grandes Predecessores e três volumes sobre todos os meus jogos com Karpov. No próximo mês, um novo livro será lançado. Eu trabalhei nele durante todo o verão na minha casa na Croácia e tenho de te dizer que a tarefa mais difícil em escrever esses livros é escolher os jogos. Eu joguei muitos jogos e todos eles representam alguma coisa memorável e especial para mim. Algumas partidas são muito importantes do ponto de vista do resultado, algumas são lindas, algumas são as duas coisas. Há também partidas relacionadas a datas específicas, como, por exemplo, o dia do meu aniversário. Eu joguei contra Valery Salov, em 1989, no dia do meu aniversário, e posso dizer a você que é muito difícil jogar no dia do seu aniversário. Eu tenho dificuldade de responder sua pergunta e escolher um jogo exato como o melhor da minha carreira. Se você olhar para minha carreira como um todo, você precisa pegar um jogo contra Karpov. A 16ª e 24ª partidas, de 1985, são as mais importantes. Mas, neste jogo que você citou contra Topalov, foi como um raio do céu caindo sobre mim e eu vendo o resultado de tudo na minha frente. Espero que você tenha uma chance de ler todos os meus livros para fazer a sua própria escolha.

Rádio Xadrez - Se você tivesse todas as condições necessárias para uma revanche, contra quem gostaria de jogar novamente: Vladimir Kramnik ou Deep Blue?
GK – A diferença entre esses dois matches é que a IBM desmontou Deep Blue depois que eles venceram. O computador foi desmantelado e Kramnik, embora ainda esteja jogando, está muito perto de ir pelo mesmo caminho. Mas tudo tem a ver com a hora certa e o momento certo. Eu queria ter jogado de novo contra Kramnik, em 2001, em 2002, mas não aconteceu. Eu acredito que teria vencido essa revanche. E acredito que Kramnik também pensa que eu teria vencido. De qualquer forma, eu queria ter uma chance, em algum momento da história, de jogar contra o melhor computador novamente.

Sobre regras necessárias para que um humano enfrente um computador no xadrez.
GK – Eu jogaria novamente contra a máquina se as regras concedessem ao ser humano a chance de fazer o seu melhor. Se tirarmos do computador os livros de abertura e as tablebases de finais. E também seria justo que o match acabasse assim que o humano ganhasse uma única partida. Os computadores estão à frente, não há mais dúvida disso. O que temos de descobrir é se, no auge da performance humana, ainda conseguimos vencer o computador. Um humano não pode garantir a mesma performance por seis ou oito jogos. Por sua vez, a máquina joga de forma linear, sempre na mesma performance. A máquina não vai ao banheiro, não tem problemas na família ou de saúde, não sente emoção, não sabe o placar, não sabe se está ganhando ou perdendo. Eu sei e tudo isso me influencia, então temos de dar uma chance para o humano externar toda sua energia em um único jogo. Porque, para ganhar de um computador hoje, temos de fazer um esforço que não é necessário quando jogamos com um humano. Quando dois humanos estão jogando e alguém está chegando à vitória, é praticamente automático que isso aconteça, porque a resistência de quem está perdendo sempre diminui. Pela minha própria experiência, vejo que, mesmo nos melhores jogos disputados entre humanos, há pequenos momentos de queda de rendimento. Isso é natural porque, mesmo contra o humano mais forte, você não precisa fazer todas as jogadas perfeitas. Entretanto, contra o computador, se você cometer um mínimo erro, você perde um trabalho de seis horas. Psicologicamente, é um teste muito forte para a resistência humana. Portanto, temos de criar um ambiente em que o jogador humano possa ser liberado dessa pressão e competir de igual para igual.

Sobre como trazer dinheiro para o xadrez.
GK – O xadrez é jogo, esporte, arte e ciência, mas precisa de dinheiro para subsistir. Essa é uma questão existencial, parece vinda da obra de Hamlet, de Shakespeare. Não tenho dúvida, de que o xadrez não vai atrair os mesmos patrocinadores que o futebol, basquetebol ou tênis. Ma é possível conquistar e garantir seu espaço. Mostrar o xadrez educacional e os benefícios do jogo são alguns desses caminhos para torná-lo mais popular.

IMPORTANTE SABER FINAIS: UMA BOA PARTIDA, NA MAIORIA DAS VEZES, TEM EXCELENTE FINAL...


FINAIS PARECIDOS...

Corpo da mensage

Caros colegas,
Vamos tentar resolver os dois finais bem parecidos mostrados abaixo?
Depois confira suas respostas olhando aqui.
Visite meus blogs!
Você vai gostar!
Exercícios de tática:
http://xadrezdomeujeito.blogspot.com/
Cartilha básica e curiosidades:

INSISTA NO SONHO.: JÔ - REEDITO A PEDIDOS A ENTREVISTA COM KASPAROV.....

INSISTA NO SONHO.: JÔ - REEDITO A PEDIDOS A ENTREVISTA COM KASPAROV.....: Atentem sobre o motivo da sua visita ao Brasil - mormente quando ela fala do xadrez e sua importância no desenvolvimento...

XADREZ E FILOSOFIA ENXADRÍSTICA: VISITEM BLOGS DE XADREZ...

Ainda não é (It Still Is Not)

SEXTA-FEIRA, 23 DE SETEMBRO DE 2011

Prezados amigos, hoje traduzo ,com meus parcos conhecimentos da língua inglesa, um post também de hoje(23/09/2011) do amigo Rick Kennedy - no seu blog Gambito Jerome. Ele comenta um partida minha usando o abertura: Gambito Jerome - Blackburne Shilling, vamos lá:

O título e referente ao um outro post(numa tradução livre seria: "A ganância não é boa" sobre o mesmo esquema de aberturas, que pode ser lido aqui, em inglês

Comentários: Rick Kennedy - Tradução Livre: Welton Vaz(Fics: Ghandy)

Ghandy - djoaltay
blitz, FICS, 2011

1.e4 e5 2.Nf3 Nc6 3.Bc4 Nd4



O Gambito Blackburne Shilling

4.Bxf7+

O Gambito Jerome - Blackburne Shilling

4...Kxf7 5.Nxe5+ Ke6 6.Qh5



Esta é uma das várias maneiras de responder ao movimento do Rei Negro. A minha preferência, e certamente não é para todos, é 6.c3.

Negro pode agora com segurança agarrar peão da coluna c Branco, mas ele deve ter cuidado para não ser muito guloso: a Torre de a1 esta envenenada.

6...Nxc2+ 7.Kd1

Ghandy realmente "vendeu" a oferta do Torre envenenada. No incio deste ano na mesma posição Ghandy jogou a mais fraca de resposta 7.Kf1 (Ghandy - marlbo, blitz, FICS, 2011 (1-0, 9).


7...Nxa1 8.Qf5+


Aqui temos um momento de escolha do Branco, que tinha uma opção de 39 movimentos, e 38 deles levavam a uma vantagem do jogador das Negras. Infelizmente para djoaltay, Ghandy escolheu o movimento certo, que vence.

8...Ke7

Este movimento leva ao xeque-mate, enquanto a alternativa, 8... Kd6, "simplesmente" perde a Rainha comomarlbo fez.

9.Qf7+ Kd6 10.Nc4+ Kc5 11.Qd5+ Kb4 12.Qa5+ Kxc4 13.d3+ Kxd3 14.Qd5 checkmate



muito bom!

obs: Muito obrigado Rick pelos elógios, mas você que merece elogios por fazer um blog muito legal, divertido que é atualizado todos os dias. 365 abraços ao amigo!

PS: Rick Thank you for the compliments, but you deserved applause for doing a very cool blog, fun that is updated every day. 365 hugs his friend!

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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

CRIATIVO SACRIFÍCIO DA DAMA, SE ACEITO, MATE EM 2...

Mate descoberto

Caros colegas,
Uma produção da Oficina de Xadrez do blog http://xadrezdomeujeito.blogspot.com/
Vamos tentar resolver o exercício abaixo?
Jogam as brancas.
Apesar das brancas dominarem amplamente a coluna h com sua dupla de Torres (h1 e h7) e com sua Dama (h6), aparentemente as pretas estão com uma defesa bem sólida.
A pressão branca sobre a Torre preta de g7 é bem suportada pelo Cavalo preto, estratégicamente colocado em e8.
Um contra ataque preto está armado para ser desfechado através da coluna semi abertac.
E é bom as brancas ficarem espertas com isso, pois há possibilidade até de um mate, com a Dama preta indo até c2.
Você, como jogador de brancas, como saíria desta?
1.Qxg6+
Um sacrifício doido?
Acho que não.....!!!!
1._____,Kxg6
Não se perde uma oportunidade destas, não é verdade?
2.Bh5+
Outro sacrifício?
Agora de Torre?
2._____;Kxh7
Também não se perde uma destas!
3.Bf7++
Um mate descoberto, estragando toda a festa das pretas!
Vejam que não sobrou casas boas para o Rei preto.
E a Dama preta morreu com o seu mate nas mãos!!!!
Uma variante para as pretas poderia ser:
1.Qxg6+,Kf8 ; 2.Rh8+,Ke7 ; 3.Rxe8+,Rxe8 ; 4.Qxg7+,Kd8 ; 5.Qxc7+,Kxc7 ; 6.Rh7+
Também com partida ganha para as brancas.

APRENDA A ANALISAR UMA POSIÇÃO...

Caros colegas,
Sexta-feira, 23 de Setembro de 2011 8:58

Corpo da mensagem

Vamos tentar resolver o exercício proposto pelo diagrama abaixo?
FEN : 2kr3r/ppq4p/4p3/2bpPn2/2p2Pp1/2P5/PPBB2PP/R2Q1R1K b
As pretas jogam.
Tema tático: Eliminação de peça defensiva
Nível de dificuldade: Difícil
Produção: Oficina de Xadrez do blog http://xadrezdomeujeito.blogspot.com/
Nesta partida foram feitos roques em alas opostas, sendo que as brancas preferiram o roque menor e as pretas o roque maior.
As brancas, neste momento, enfrentam uma séria dificuldade estratégica pois, ao adiantarem seu Peão f (f4), abriram a diagonal g1-a7, o que propiciou às pretas uma forte linha de ataque e estas, para tirar proveito deste fato, posicionaram o seu Bispo de casas escuras imediatamente em c5, causando muito desconforto ao monarca branco.
Quanto ao Rei preto, não se pode dizer que esteja lá muito preocupado não, visto que o par de Bispos brancos dirige sua pontaria para o flanco contrário ao roque preto e a Torre de f1 está bloqueada pelo seu próprio Peão de f4.
Está, como se pode observar, no instante exato para as pretas conseguirem vantagem decisiva nesta partida!
A pergunta que se faz, então, é: como elas poderiam fazer isso?
Você, como jogador de pretas, e tendo a iniciativa de jogar, o que faria?
Depois confira sua resposta olhando aqui.
O enxadrista de verde e branco tem cores a defender (salve o alviverde do Jd. Suspenso).
Opinião nossa - xadrezdinobueno.blogspot.com - usando o saberladino.blogspot.com - falamos - com experiência superior a tres décadas - que o xadrez - como disputa sadia - sem o fator sorte - uni familiares. Observem esta foto - as imagens
dizem tudo..

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