sábado, 17 de maio de 2014

RIVALDO RECEBE SAPIENTE RESPOSTA ÀS SUAS DECLARAÇÕES EFETUADAS NO JORNAL "O POPULAR", através da manifestação de um mogiriano pensador...

Rivaldo, da incompetência
aos inaceitáveis impropérios
Maurinho Adorno
Rivaldo Borba Vitor Ferreira é incompetente. Pelo menos para dar continuidade a um projeto mogimiriano de décadas: ascender o Mogi Mirim Esporte Clube à primeira divisão do Campeonato Paulista, mantê-lo na competição e alçar voos mais altos no Campeonato Brasileiro. Escrevo na condição de mogimiriano, estarrecido com a reportagem que o dirigente concedeu ao jornal “O Popular”, em sua edição de quarta-feira, 14. 
Ao dizer que é incompetente para o desempenho da função, não posso deixar de citar que existem inúmeros clubes disputando campeonatos regionais e, se não alcançam posições mais destacadas, também não disparam impropérios aos seus cidadãos, desrespeitando-os. Estou falando do povo de uma cidade bicentenária. Rivaldo, sem sombras de dúvidas, foi competente no gramado, excelente jogador, despontado na equipe local.
A infelicidade do nordestino foi muito grande ao colocar “Eu gosto do Mogi muito mais do que as pessoas de Mogi”. Em primeiro lugar, é bom que se diga que o clube sempre se fechou à comunidade, composto de um quadro de associados restrito, com a presença de familiares dos dirigentes nos postos de comando. Manteve, por décadas, uma administração voltada ao mercantilismo, revelando e vendendo jogadores. Rivaldo foi um deles.
A verdade é que o atleta aposentado não assumiu a equipe pelo amor à cidade. Se assim o fosse, não teria abandonado o Mogi, no início de 2013, para jogar no São Caetano, depois de usar seu nome em publicidade, garantindo sua presença na equipe vermelhinha. Uma verdadeira traição. Quando voltou, já velho para o futebol, seu desempenho deixou a desejar.
Rivaldo pede dinheiro à população, numa tentativa de mascarar sua falta de capacidade em desenvolver projetos e alavancar recursos de diversas fontes. Em nossos dias, os clubes vivem de parcerias e com certeza, com boas exibições, o torcedor voltaria ao estádio. Talvez não vá até em protesto por não saber o que ocorre nos bastidores. Deveria o dirigente fazer um balanço detalhado das finanças do clube e apresentar os dados à comunidade. Enfim, acabar com a chamada “caixa preta”. 
O interessante na vida de Rivaldo é que aparentemente o clube ruiu – ou está ruindo – a partir do momento em que ele começou a administrá-lo. Perdeu assessores que mantinham seus negócios e seu próprio nome em evidência e, agora, sozinho, curte o insucesso e joga a carga sobre os mogimirianos.
A ausência do público no estádio se deve ao desempenho da equipe e à mágoa da população na condução do Mogi, como o nome usurpado do saudoso “Vail Chaves” para atender à vaidade do próprio dirigente. Rivaldo, de minha parte, tem passaporte para voltar à sua terra de origem. Mas, que não leve na bagagem o patrimônio do clube, uma propriedade de todos nós, verdadeiros mogimirianos.
  • Você, Sueli Trentin e outras 2 pessoas curtiram isso.
  • Odinovaldo Dino Bueno Sapiente sempre, falando com autoridade de quem bem analisa detalhes, só temos que dar divulgação que soube por nós expor quando alguém generaliza um ataque sem pensar... Esta -sapiente pensador amigo -Maurinho Adorno -vai direto p'ro pelo xadrezdinobueno.blogspot.com ... onde a China -conforme google - vem tendo nossa maioria de leitores...

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